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Milho abre a sexta-feira com leves altas impulsionadas por bons números de exportação

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Números do USDA superaram as estimativas do mercado

A sexta-feira (31) começa com leves valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 0,25 e 1,00 ponto por volta das 08h49 (horário de Brasília).

O vencimento março/20 era cotado à US$ 3,79 com elevação de 0,25 pontos, o maio/20 valia US$ 3,85 com ganho de 0,75 pontos, o julho/20 era negociado por US$ 3,90 com alta de 0,75 pontos e o setembro/20 tinha valor de US$ 3,88 com valorização 1,00 ponto.

Os bons resultados de exportações americanas divulgados ontem pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) foram fortes o suficiente para vencer o temor dos impactos do coronavírus sobre a economia global e levar as cotações para o campo positivo da tabela.

Na última quinta-feira, o USDA informou que as vendas semanais de exportação de milho americano da safra antiga foram 1.234.700 toneladas e as vendas da nova safra foram 143.600 toneladas, ambas acima das estimativas comerciais.

Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:

Milho: quinta-feira registra quedas de 1,3% em Chicago

Bons números de exportações seguraram quedas maiores

A quinta-feira (30) chega ao final com desvalorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram perdas entre xxx e xxx pontos ao longo do dia.

O vencimento março/20 foi cotado à US$ 3,79 com baixa de 4,75 pontos, o maio/20 valeu US$ 3,84 com queda de 4,75 pontos, o julho/20 foi negociado por US$ 3,89 com desvalorização de 5,00 pontos e o setembro/20 teve valor de US$ 3,87 com perda de 4,75 pontos.

Esses índices representaram baixas, com relação ao fechamento da última quarta-feira, de 1,30% para o março/20, de 1,29% para o maio/20, de 1,27% para o julho/20 e de 1,28% para o setembro/20.

Segundo informações da Agência Reuters, o milho acompanhou a soja e o trigo e caiu nesta quinta-feira, apesar de ter sido apoiado por uma recente corrida de vendas de exportação nos Estados Unidos.

“Os mercados agrícolas recuam mais uma vez, pois aumentam as preocupações sobre se o coronavírus comprometerá a capacidade da China de executar os compromissos da Fase 1. Os traders estão relutantes em comprar intervalos nos mercados agrícolas até que a extensão do surto seja definida.”, disse Rich Feltes, chefe de insights de mercado da corretora RJ O’Brien.

A disseminação do novo vírus, que já matou 170 pessoas até agora, reforçou as dúvidas sobre a demanda da China por colheitas nos EUA, depois da falta de novas compras chinesas desde o acordo comercial, há duas semanas.

“Todo mundo está focado no vírus, que pode prejudicar o crescimento econômico e conter a demanda”, disse um trader de Cingapura de uma empresa de comércio internacional.

Ainda nesta quinta-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou que as vendas semanais de exportação de milho americano da safra antiga foram 1.234.700 toneladas e as vendas da nova safra foram 143.600 toneladas, ambas acima das estimativas comerciais.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a quinta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram registradas desvalorizações apenas em Ponta Grossa/PR (2,13% e preço de R$ 46,00) e Assis/SP (2,17% e preço de R$ 45,00).

Já as valorizações foram percebidas nas praças do Oeste da Bahia (0,53% e preço de R$ 47,75), Tangará da Serra/MT (1,28% e preço de R$ 39,50), Campo Novo do Parecis/MT (1,32% e preço de R$ 38,50), Não-Me-Toque/RS (2,35% e preço de R$ 43,50), Panambi/RS (2,37% e preço de R$ 44,04), São Gabriel do Oeste/MS (2,50% e preço de R$ 41,00), Brasília/DF (4,55% e preço de R$ 46,00), Jataí/GO e Rio Verde/GO (4,65% e preço de R$ 45,00).

Em seu reporte diário, a Radar Investimentos apontou que, houve pouca alteração das cotações do milho durante janeiro. “De maneira geral, os preços ficaram sustentados em boa parte das regiões produtoras”.

Fonte: Portal do Agronegócio

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